quinta-feira, 29 de maio de 2014

Falando em azar, sabe qual foi o seu? Ter filhos que, quando aprenderam a perguntar "por quê?", não pararam mais, disse o caçula sem vergonha de não ser modesto.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Que venha doce pra gente se bagunçar ao vento. roubando os sussurros de sua ação, o beijo na flor, o roçar na grama, o toque no mar. Que venha sorrindo que nem malababarista, tomando toda minha atenção, meus olhos, minha canção. Que me venha fazer um cansaço, no laço, retrato a dois apertado.
Te espero, meu coração. Champagne na mão. Rèveillon sem fim. Os fogos são seus, mas queimando em mim.